FIM DE SEMANA DE CAMPANHA ELEITORAL
Vivemos mais um fim de semana de intensa actividade eleitoral com vista às próximas eleições Presidenciais.
Conforme tínhamos já anunciado num anterior post, Cavaco Silva divulgou o seu novo cartaz de pré-campanha com a sua foto e uma frase de afirmação pela positiva. Em actividade publica, Cavaco andou por terras de França, onde capitalizou votos pela defesa que sempre vez dos votos dos emigrantes nas presidenciais. No resto, manteve-se distante de toda a intriga provocada pelos adversários.
Quanto a Mário Soares, demonstrou-se ser uma candidatura partidária do PS. Vários dirigentes socialistas desdobraram-se em discursos e apoios esforçados, sendo que até o próprio Secretário-Geral, José Sócrates, afirmou explicitamente que essa era a candidatura do Partido Socialista.
A preocupação com Manuel Alegre passou a ser evidente no rumo da campanha e nos discursos dos dirigentes socialistas. Estranho é que digam que o PS é um partido de homens livres que pensam por isso e depois contradigam que todos os socialistas só podem apoiar Soares. Não entendo que liberdade é esta!
Por fim, as acções de rua não correram bem a Mário Soares. Depois de ter sido mal recebido em Lisboa, acabou por ser agredido no Norte e objecto de vários insultos. Ao contrário do que alguns querem transparecer, Soares não é uma figura consensual no país, antes pelo contrário. Esse acto de agressão não me parece que vá ter o mesmo efeito do que aconteceu há vinte anos na Marinha Grande.
Conforme tínhamos já anunciado num anterior post, Cavaco Silva divulgou o seu novo cartaz de pré-campanha com a sua foto e uma frase de afirmação pela positiva. Em actividade publica, Cavaco andou por terras de França, onde capitalizou votos pela defesa que sempre vez dos votos dos emigrantes nas presidenciais. No resto, manteve-se distante de toda a intriga provocada pelos adversários.
Quanto a Mário Soares, demonstrou-se ser uma candidatura partidária do PS. Vários dirigentes socialistas desdobraram-se em discursos e apoios esforçados, sendo que até o próprio Secretário-Geral, José Sócrates, afirmou explicitamente que essa era a candidatura do Partido Socialista.
A preocupação com Manuel Alegre passou a ser evidente no rumo da campanha e nos discursos dos dirigentes socialistas. Estranho é que digam que o PS é um partido de homens livres que pensam por isso e depois contradigam que todos os socialistas só podem apoiar Soares. Não entendo que liberdade é esta!
Por fim, as acções de rua não correram bem a Mário Soares. Depois de ter sido mal recebido em Lisboa, acabou por ser agredido no Norte e objecto de vários insultos. Ao contrário do que alguns querem transparecer, Soares não é uma figura consensual no país, antes pelo contrário. Esse acto de agressão não me parece que vá ter o mesmo efeito do que aconteceu há vinte anos na Marinha Grande.

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