sábado, março 03, 2007

AS DIRECTAS NO CDS


Assumindo a minha qualidade de Vice-Presidente da Assembleia Concelhia de Lisboa e de Coordenador Autárquico do CDS/Lisboa, não posso deixar de manifestar a minha posição quanto à realização de eleições directas no partido ou a convocação de um congresso extraordinário.


Em primeiro lugar, entendo que estatutariamente é perfeitamente possível a consagração da eleição directa do Presidente do partido em face da última tomada decisão do congresso.


Por outro lado, a eleição directa é a forma mais democrática e mais livre das bases escolherem o seu líder.


Assim, como forma de clarificação total, deve ser esse o meio de decidir a liderança do partido.


Quanto a escolhas, não tenho duvídas em optar por Paulo Portas. Não pelo passado, mas pelo presente e pelo futuro. Pelo presente face à agonia que vive o partido.Pelo futuro como a escolha que melhor pode servir os interesses do partido e fazer do CDS um grande partido de centro-direita em oposição ao governo socialista.

Free Counter
Counter