AINDA OS ASSESSORES... E AS EMPRESAS MUNICIPAIS???
Ontem quando tive conhecimento das notícias que foram divulgadas relativamente à situação dos assessores na Câmara Municipal de Lisboa lancei uma primeira nota sobre a minha posição.
Apesar das minhas funções como Deputado Municipal e Coordenador Autárquico de Lisboa do CDS-PP, emito as minhas opiniões sobre esta e outras matérias a título pessoal, atendendo ao conhecimento que tenha das questões, bem como ao interesse na prossecução e defesa daquilo que entende ser a correcta gestão pública.
Muito estranho e lamento os comentários do executivo camarário sobre esta questão. Ao contrário do que refere o Vice-Presidente Fontão de Carvalho, esta questão interessa aos munícipes, pois trata-se da gestão dos dinheiros públicos que aqui está em causa.
Parece-me óbvio que algumas equipas dos gabinetes camarários poderão estar sobredimensionadas.
Mas, cabe à CML esclarecer cabalmente esta situação, informando o número de assessores contratados e assalariados, bem como os seus vencimentos e funções.
Concordo com a Vereadora Nogueira Pinto quando refere que se tratam de cargos de confiança política, o que não significa que sejam “jobs for the boys”. Mas essa escolha tem que assentar no mérito individual e nas capacidades de apoio aos pelouros envolvidos.
Importa esclarecer, de uma vez por todas esta questão, de modo a que não restem margem para dúvidas sobre a correcta gestão da autarquia. Enquanto tal não ocorrer fico muito preocupado com a situação. E afinal, quem não deve não teme…
Não podemos, no entanto, esquecer a questão das empresas municipais. Aqui há que analisar a sua utilidade, os meios humanos que envolvem. Porque razão um vereador com um determinado pelouro há-de ser presidente de uma empresa municipal cuja área de actuação é aquela para a qual foi eleito? E aí ter mais uma longa equipa de assessoria? Esta questão merecerá uma resposta adequada e que irei procurar debater e divulgar no meu blog.
Apesar das minhas funções como Deputado Municipal e Coordenador Autárquico de Lisboa do CDS-PP, emito as minhas opiniões sobre esta e outras matérias a título pessoal, atendendo ao conhecimento que tenha das questões, bem como ao interesse na prossecução e defesa daquilo que entende ser a correcta gestão pública.
Muito estranho e lamento os comentários do executivo camarário sobre esta questão. Ao contrário do que refere o Vice-Presidente Fontão de Carvalho, esta questão interessa aos munícipes, pois trata-se da gestão dos dinheiros públicos que aqui está em causa.
Parece-me óbvio que algumas equipas dos gabinetes camarários poderão estar sobredimensionadas.
Mas, cabe à CML esclarecer cabalmente esta situação, informando o número de assessores contratados e assalariados, bem como os seus vencimentos e funções.
Concordo com a Vereadora Nogueira Pinto quando refere que se tratam de cargos de confiança política, o que não significa que sejam “jobs for the boys”. Mas essa escolha tem que assentar no mérito individual e nas capacidades de apoio aos pelouros envolvidos.
Importa esclarecer, de uma vez por todas esta questão, de modo a que não restem margem para dúvidas sobre a correcta gestão da autarquia. Enquanto tal não ocorrer fico muito preocupado com a situação. E afinal, quem não deve não teme…
Não podemos, no entanto, esquecer a questão das empresas municipais. Aqui há que analisar a sua utilidade, os meios humanos que envolvem. Porque razão um vereador com um determinado pelouro há-de ser presidente de uma empresa municipal cuja área de actuação é aquela para a qual foi eleito? E aí ter mais uma longa equipa de assessoria? Esta questão merecerá uma resposta adequada e que irei procurar debater e divulgar no meu blog.

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